🌿 (…) os espíritos obsessores atuam sobre as nossas mazelas, trazendo-as à tona da personalidade. Poderíamos conceituar a obsessão como sendo o exacerbar de nossas fragilidades.
❓ 212. A causa da obsessão não é o obsessor?
🌿 — Não, pois não basta que o obsessor seja afastado para que o obsidiado se cure. Atentemos para o que ensina Jesus, no capítulo 12, versículos 43 a 45, das anotações de Mateus:
📖 “Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos procurando repouso, porém não encontra. Por isso diz: ‘Voltarei para minha casa donde saí’. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada. Então vai e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro.”
❓ 213. O que significa: “E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada”?…
🌿 — A obsessão pode reincidir se o obsidiado não aprende a imunizar-se contra ela e, inclusive, tornar-se crônica, como qualquer afecção que nos agride o mundo orgânico.
❓ 214. Depreende-se também que, em matéria de influência espiritual, a neutralidade não existe?
🌿 — Correto. Psiquicamente, é natural que estejamos sempre interagindo com inteligências, encarnadas e desencarnadas, que nos rodeiam. Mediunidade ou obsessão? — uma questão de escolha.
❓ 215. Terá sido o que os espíritos quiseram dizer a Allan Kardec, quando escreveram no capítulo XXIII de O Livro dos Médiuns: “O meio mais poderoso de combater a influência dos maus espíritos é o de aproximarmo-nos o mais possível da natureza dos bons”?
🌿 — Sem dúvida.












Deixe um comentário